sábado, 26 de dezembro de 2009

Uma pergunta a Sophia Losterh

Momento egocêntrico, morfar!

28 comentários:

  1. Por que você fez esse post idiota?

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  2. Ah, Sophia, bem sabe você que isso não está em questão.

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  3. Ah, é lógico que está. A questão pode ser qualquer uma.

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  4. E se a questão pode ser qualquer uma, qualquer uma pode também ser a resposta, Sophia?

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  5. Sim. Mas nem devia responder. O post fala de apenas uma pergunta.

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  6. Mas você também podia falar de "uma" de "qualquer uma"; "uma" de artigo indefinido. Não é?

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  7. Sim, sim. Bem pensado. Só por isso, pode fazer mais perguntas.

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  8. Mas não quero mais perguntas. Só aquela, de cima. Quando se tem qualquer pergunta, se tem qualquer resposta. Mas quando se faz a pergunta, já não é mais qualquer pergunta. É a pergunta, já que no nato de perguntar você a especifica e define.

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  9. Olha, eu acho que isso não fez o menor sentido, guria. Mas partindo da premissa que tenha feito, digo com base no que tu disse que, nesse caso, se definimos qualquer pergunta e logo ela não se torna mais qualquer, significa que a resposta pode ser qualquer; já que ela procede a pergunta e pode não fazer relação nenhuma com ela. Não achas, So.L?

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  10. Ah sim. O que é o mesmo de dizer que para qualquer ação há uma reação. Mesmo que ela não aparente ser uma reação da ação, pois não parece estarem correlacionadas.

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  11. O que é o mesmo de dizer que pra toda pergunta, há uma resposta. Mesmo que seja nula ou incompreensível.

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  12. Mas, Sophia; E tantas coisas que não sabemos? Porque será?

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  13. Ora, pare de ser assim. Não ache que tens a capacidade para compreender tudo. Aceite, tu é uma anta. Uma barata. Assim como eu. Assim como todo mundo.

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  14. Será que um dia vamos responder a todas as questões, Sophia?

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  15. Se não houver mais questão, qual será a utilidade da vida?

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  16. Se não houver mais a dúvida, como saborear a certeza?

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  17. Mas aí ela será eternamente certa?

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  18. Não, não será. Ela vai mudar. E porque um dia não podemos perceber essa mudança, da mesma forma como percebemos a mudança de tempo?

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  19. Ah. Acho que se pudessemos sentir a certeza, ela seria bem imprecisa. Ela não seria uma certeza;

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  20. Eu te amo, Sophia. Eu tenho certeza.

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  21. Eu te odeio, SO.L. E não tenho a menor certeza disso.

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